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Chegou a hora de fazer o repovoamento de perdiz vermelha!

Os incêndios que assolaram o país no último ano trouxeram más notícias para quem pratica a caça à perdiz. Grande parte das zonas de caça foram destruídas, o que obrigou a tomada de medidas restritivas por parte das autoridades.

Com efeito, O Governo publicou uma portaria que impede a caça à perdiz, lebre, coelho e codorniz em 94 concelhos dos distritos de Aveiro, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Guarda, Leiria, Santarém, Setúbal, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu. Por exemplo, na Beira Interior, as caçadas foram proibidas em 20 dos 25 concelhos de Castelo Branco e Guarda. Já em Castelo Branco, os caçadores não poderão praticar a sua atividade nos concelhos de Castelo Branco, Covilhã, Fundão, Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão. Também na Guarda, a proibição estende-se aos concelhos de Aguiar da Beira, Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso e Vila Nova de Foz Côa. Em Manteigas e na Mêda, a caça é permitida dois dias por semana.

Na prática, a portaria 333-A, de 3 de novembro de 2017, impôs a proibição de caça à perdiz e de todas as espécies cinegéticas em regiões que têm mais de mil hectares de área ardida e estabeleceu a criação de uma faixa de proteção de 250 metros à volta das áreas devastadas. No total, são 96 concelhos do país que estão abrangidos por esta regra.

“Este ano, que foi atípico e anormal, houve necessidade de adotar medidas mais rígidas”, anunciou o tenente-coronel Joaquim Delgado, responsável pela divisão da Proteção e Vigilância florestal do SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente) da GNR, em declarações à imprensa. “Com a portaria, pretende proteger-se as espécies que sobreviveram aos incêndios porque ficam confinadas a uma área não ardida muito pequena. São os casos da perdiz, do coelho, da lebre ou da codorniz”, acrescentou. O objetivo desta medida é proteger a fauna que sobreviveu aos incêndios que destruíram espécies selvagens.

Posto isto, chegou a hora de meter mãos à obra no que diz respeito ao repovoamento das zonas ardidas com perdiz vermelha.

Precisa de ajuda para fazer o repovoamento?

A Quinta dos Penedinhos ajuda!

A resposta está na Quinta dos Penedinhos, em Sintra! Na Quinta dos Penedinhos encontra um moderno centro cinegético, que engloba várias propriedades e edificações. A unidade está inserida na Reserva Ecológica Natural de Sintra e tem todas as condições naturais para a criação das espécies cinegéticas: perdiz vermelha e coelho bravo.

Com mais de 10 anos de experiência de ações de repovoamento, desenvolvemos um modelo próprio – 5 A’s – para o efeito.

Pode contar com os nossos conselhos e recomendações para um repovoamento de sucesso.

Criador de referência da perdiz vermelha

A Quinta dos Penedinhos é, por isso, a solução ideal para todos (proprietários de zonas de caça, gestores de caça, caçadores, etc.) que ficaram impedidos de tirar proveito imediato das respetivas zonas de caça, mas que pretendem recuperá-las a curto prazo por forma a poder voltar a explorá-las como no passado.

Temos de semear hoje o que queremos colher amanhã. Daí a importância e a necessidade de iniciar já de alguma forma o repovoamento a pensar num futuro mais risonho.

O centro cinegético está devidamente certificado pelo ICNF e a empresa é um dos criadores de referência de perdizes vermelhas, que se destacam pela sua beleza e capacidade de voo extraordinária.

Venha conhecer a Quinta dos Penedinhos. Contacte-nos através do e-mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

 

Vamos à caça da perdiz? Dicas e truques para ter êxito!

A caça da perdiz é uma atividade que certamente lhe permite ter momentos de convívio com outros caçadores, livres de stress, longe da rotina familiar e do trabalho. Mas, sabemos que caçar não é fácil, por isso, reunimos um conjunto de conselhos úteis para quem não prescinde de uma caçada eficaz e em segurança.

1. Conhecer o local e a presa

Qualquer caçador que pretenda ter sucesso na sua atividade terá que conhecer previamente a região onde vai caçar, isto é, a geografia, a fauna e a flora, bem como as características da sua presa, nomeadamente os horários em que está ativa, qual o seu comportamento, qual o equipamento adequado para a caça, entre outros fatores. Estas são duas condições que vão ditar o êxito da sua caçada!

No caso da perdiz, na Quinta dos Penedinhos, poderá obter um serviço de consultoria sobre a melhor forma de fazer o repovoamento desta espécie, conhecer o processo de produção e as características desta espécie. Agende uma visita através do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com e fique a saber tudo sobre a perdiz vermelha.

2. Preparação física

A caça da perdiz exige sobretudo técnica e um bom domínio da arma. No entanto, terá também que percorrer uma área considerável para descobrir as suas presas, o que faz com que a preparação física seja tão necessária para a caça da perdiz como na caçada de outra espécie. Lembre-se que terá de ter resistência para longas caminhadas, por vezes nem sempre nas melhores condições atmosféricas e em terreno que pode ser irregular. Além disso, a prática de tiro também exige uma boa destreza muscular para manusear e transportar a arma.

3. Treine bastante o tiro em voo

Antes de se aventurar na caça verifique se a sua licença está em dia; os caçadores têm de estar legalizados. Se ainda não o fez, terá de frequentar um curso. Caçar perdiz exige pontaria e experiência, qualidades que só se adquirem com muito treino, por isso, procure espaços e ocasiões largadas) para treinar os seus tiros.

4. Não se esqueça do seu fiel amigo

Os cães são os grandes companheiros dos caçadores de perdizes. São o parceiro necessário neste desporto, que vão auxiliá-lo a descobrir e a recolher a perdiz. Por isso, se quer juntar o útil ao agradável, é uma boa altura para adquirir um cão de caça e treiná-lo para ser um bom caçador.

5. Saiba como funciona a largada de perdizes

Se vai participar numa largada de perdizes, tem de ser conhecedor da dinâmica da ação, para não colocar em causa, não só a sua integridade e segurança, mas também as dos outros participantes. Quem está responsável pela largada terá de assumir a organização dos participantes. Esteja atento às indicações que lhe forem transmitidas, nomeadamente as medidas de segurança e as regras de comportamento. Para saber qual é o seu lugar terá de participar no sorteio das portas. Assim que estas são abertas, as perdizes são largadas e é hora do caçador fazer mira ao alvo e atirar. Quando ouvir a buzina, está no momento de guardar a arma no estojo e procurar as “suas” perdizes, com a ajuda dos cães. No final, as aves são divididas pelos caçadores.

 

A Quinta dos Penedinhos dedica-se à criação de perdizes com grande capacidade voo, especialmente indicadas para as largadas, tanto de portas, como para caçar de salto.

Contacte-nos e informe-se sobre as condições, ligando para o +351 914 563 661.

Invista na criação do coelho bravo para a preservação da espécie

A criação do coelho bravo exige tempo e dedicação. Se está a pensar enveredar por esta atividade ou já a pratica, conheça algumas dicas sobre os cuidados a ter com a espécie, para que esta se desenvolva e reproduza de forma saudável.

Como fazer a criação do coelho bravo?

Em primeiro lugar, terá que recorrer a um produtor de confiança, que apresente exemplares geneticamente puros, saudáveis e devidamente cuidados. Como sabe, existe uma elevada taxa de mortalidade juvenil e adulta nas populações de coelho bravo, pelo que encontrar um criador que faça uma boa gestão da espécie é crucial.

A Quinta dos Penedinhos é um criador de coelho bravo de referência a nível nacional, recomendado pelo próprio ICNF a outros criadores no início ou expansão da respetiva atividade. Aqui, não só encontra animais de qualidade, como pode obter conselhos e dicas sobre os cuidados a ter para uma boa preservação da espécie. Por exemplo:

  1. Supervisionar as populações de coelho bravo: planificar é a palavra-chave. Quer esteja a começar a atividade ou a expandi-la, terá de definir como quer que esta se desenvolva. Supervisionar as populações de coelho bravo, nomeadamente a sua saúde, o seu comportamento, a sua distribuição e capacidade reprodutiva, são essenciais para prevenir um crescimento descontrolado em que não consiga assegurar a qualidade da espécie. Essa supervisão passa também pelo controlo do contacto com os predadores. Uma cooperação com os gestores de caça e de caçadores é igualmente importante para ajustar a sua produção à zona de caça ou de intervenção.
  2. Repovoar em semi-cativeiro: é uma tarefa que permite preservar, a longo prazo, coelhos bravos viáveis. Ao criar as condições ideais para uma parte desta população num determinado local, está a diminuir o stress gerado pela adaptação a um novo ambiente e pelo processo de transação. Recentemente, no sul de Espanha, foi possível verificar que a criação de coelho bravo num habitat com o clima adequado, durante 6 dias, era o suficiente para incrementar consideravelmente a sua sobrevivência. O semi-cativeiro é uma alternativa viável e menos dispendiosa na manutenção da espécie e produção de animais mais saudáveis e menos sujeitos à ação dos predadores.
  3. Gerir o habitat: este ponto é essencial para a criação de coelhos bravos saudáveis. Refúgio, água e alimento são medidas basilares, pelas quais deverá zelar para evitar que os seus animais fiquem doentes e para que se reproduzam adequadamente. Uma boa gestão do habitat terá efeitos positivos a médio e longo prazo, nomeadamente na esperança de vida e expansão da espécie. Zonas de alimentação em cativeiro, devidamente acondicionadas e limpas, ou acesso a pastagens com vários tipos de leguminosas, cereais e gramíneas, são determinantes para proporcionar o alimento adequado ao coelho bravo. Deverá ainda assegurar-se de que há sempre água fresca, em boa quantidade e limpa. Para fazer criação de coelho bravo num habitat natural terá que construir abrigos, caso a área seja uma zona de cultivo extenso, assim como tocas que misturem materiais artificiais (pellets de madeiras, por exemplo) e naturais (ramos, pedras, etc.).
  4. Controlar as doenças virais: as principais doenças endémicas que afetam o coelho bravo são a Mixomatose e a Doença Hemorrágica Viral (DHV). Especialmente as populações em estado selvagem, cuja seroprevalência de anticorpos contra estes vírus é bastante elevada. Daí ser indicado o recurso a criadores especializados, como a Quinta dos Penedinhos, para adquirir os animais que necessita para iniciar ou expandir a sua atividade. Para controlar a doença deverá vacinar os seus coelhos bravos. Por isso, o apoio de um veterinário é igualmente um ponto obrigatório para garantir que a população de coelho bravo está devidamente imunizada.

A atividade cinegética é uma importante fonte de receitas em Portugal, já que existem cerca de 150.000 caçadores. Portanto, antes de se aventurar na criação de coelho bravo recorra a quem tem experiência e provas dadas de qualidade neste segmento. Contacte a Quinta dos Penedinhos pelo telefone 914 563 661 ou e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Vírus e doenças mais comuns que afetam as perdizes de cativeiro

Na Península Ibérica, a perdiz-vermelha é a ave cinegética mais comum, sendo uma espécie muito apetecível dos caçadores.

Em Portugal, e em liberdade, esta ave vive em bandos (fora da época do acasalamento), sendo bastante procurada pelos caçadores. Contudo, para criar perdizes de qualidade é necessário possuir conhecimentos técnicos e desenvolver um habitat com as condições adequadas ao seu crescimento saudável. Isto porque, a perdiz-vermelha, também conhecida por perdiz-comum, costuma ser afetada por várias doenças e vírus. Se procura altos padrões de qualidade na criação de perdizes, opte por um criador de referência a nível nacional como a Quinta dos Penedinhos, onde são seguidos todos os protocolos para evitar as doenças mais comuns da espécie.

Saiba mais sobre este criador, através do e-mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

As perdizes podem ser afetadas por doenças virais

As mais comuns são:

  • A doença de Newcastle: o período de incubação é variável e há o risco de contágio direto. Este vírus afeta o sistema nervoso e digestivo, provocando hemorragias no cérebro e intestino.
  • Vírus Fowlpox: o período de incubação é de seis a oito dias e aparece sobretudo na Primavera e Outono. Afeta especialmente as perdizes adultas e caracteriza-se pelo aparecimento de crostas e feridas nas zonas cutâneas expostas, boca e laringe. Pode causar lesões no fígado e ovários.
  • Vírus Encefalomielitis: é de contágio direto e leva quatro a seis dias a incubar. Esta doença afeta o sistema nervoso da perdiz, assim como a sua fertilidade, sendo responsável pela elevada mortalidade embrionária.
  • Vírus Laringotraqueíte: pode demorar entre quatro e nove dias a incubar e afeta os olhos das perdizes, causando conjuntivite. Pode também verificar-se insuficiência respiratória, já que as lesões afetam as mucosas da traqueia. O contágio é direto ou pelo ar.

As perdizes são ainda vítimas de diversas doenças bacterianas, nomeadamente:

  • Colibacilose: o período de incubação da bactéria E. Coli é de dois a quatro dias e pode ser transmitida através da água, do ambiente, da alimentação e de outros animais doentes. É uma doença bastante mortal e que provoca diarreia. A melhor forma de evitar esta bactéria passa por ter sempre água limpa e instalações asseadas.
  • Salmonelose: leva quatro a seis dias a incubar e também pode ser transmitida, não só pelas perdizes contaminadas, mas também pela água e por roedores. Provoca desidratação grave, devido à diarreia e é bastante mortal.
  • Pasteurelose: o período de incubação é de seis a oito dias e os sintomas são prostração, sinusite e conjuntivite. Transmite-se por contágio direto e pelo ar.
  • Microplasmose: é transmitida por portadores da doença, outras aves e por transmissão vertical. O período de incubação é de sete a dez dias e é mortal. Os animais têm dificuldade em respirar, sinusite e ficam tão fracos, que podem desenvolver pneumonia.

Opte por criadores de perdizes certificados

A melhor forma de combater estas e outras doenças que afectam as perdizes é a prevenção. E para prevenir, a limpeza, a desinfeção e a instalação de barreiras sanitárias são as palavras-chave. A existência de instalações asseadas e desinfectadas, água limpa e comida fresca propiciam um ambiente salubre, essencial para a qualidade das aves.

A Quinta dos Penedinhos é um criador de referência a nível nacional de perdiz-vermelha, possuindo um moderno centro cinegético, afetando diversas propriedades (8,5 ha) e edificações (4.800 m2).

Venha conhecer a Quinta dos Penedinhos e assegure-se que as perdizes deste criador se encontram livres de doenças e vírus. Contacte-nos através do número +351 914 563 661.

Caça do coelho bravo poderá virar-se para outros cenários

O coelho bravo é uma das espécies mais procuradas pelos caçadores e, até então, tinha um comportamento previsível, nomeadamente no que tocava às zonas onde era fácil encontrar a espécie. Porém, tem-se assistido a uma mudança de habitat.

Para fugir das zonas de caça e devido à ausência de predadores, o coelho bravo está a aproximar-se das hortas, vinhas e pomares. É uma situação que se verifica tanto em Portugal, como em Espanha, e tem sido responsável por vários prejuízos para estes agricultores.

Por isso, se costuma ou pretende dedicar-se à caça do coelho bravo opte por reservas que fazem criação da espécie e que garantem que terá as presas que procura. É o caso da Quinta dos Penedinhos, em plena Reserva Ecológica Natural em Sintra, onde pode encontrar 5Ha das suas propriedades dedicadas à criação, em regime extensivo, de coelho bravo da espécie Oryctolagus Cuniculus Algirus.

Marque uma visita pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

 

Espécie rara ou praga?

Se, em determinadas zonas do país, o número de coelhos bravos não para de aumentar, noutras regiões, a população está em 30% ou menos. De acordo com o secretário-geral da Associação Nacional dos Proprietários Rurais (ANPC), João carvalho, em declarações ao jornal Público, em contrapartida em Mértola, “houve uma recuperação significativa e já permite o exercício da caça com níveis razoáveis, assegurando ao mesmo tempo a principal fonte de alimento do lince-ibérico (Lynx pardinus) e da águia-imperial (Aquila adalberti)”.

Também em Almeirim, as plantações hortícolas já notam os efeitos desta invasão de coelhos-bravos. “É nas zonas de regadio que o coelho encontra grande disponibilidade de alimento e não tem predadores”, explica.

 

Caça do coelho bravo em zonas certificadas

A mudança de comportamento do coelho bravo está igualmente a ter impacto na sua saúde. O fluído que a espécie retira das árvores de fruto, causando a sua destruição, tem um elevado valor nutricional e está contribuir para a erradicação de algumas das suas doenças típicas, como a febre hemorrágica ou a mixomatose.

O desaparecimento das zonas tradicionais de desenvolvimento da espécie é considerada “alarmante” para a caça e para a conservação da natureza. Contudo, para quem faz caça do coelho bravo, o mais seguro continua a ser o recurso a habitats que, apesar de serem o mais naturais possíveis, são controlados por humanos.

A Quinta dos Penedinhos detém dois alvarás de criação de coelho bravo. Nesta propriedade, os animais destacam-se pelas boas características corporais e pela fuga veloz em zigue-zague. Além disso, apresentam uma excelente capacidade de enfiamento, pelo que são perfeitos para integrar projetos de repovoamento das zonas de caça do coelho bravo.

 

Venha conhecer as soluções inovadores e a gestão sanitária rigorosa da Quinta dos Penedinhos, através do número +351 914 563 661.

Descubra as principais doenças do perdigoto e da perdiz

Quer esteja a aventurar-se na criação de perdigotos ou à procura desta ave para a caça, saiba que é muito importante que recorra a criadores de confiança, que assegurem que estes animais detêm todas as qualidades da espécie e gozem de boa saúde.

Tanto a perdiz, como o perdigoto, podem desenvolver várias doenças ao longo do tempo, pelo que é imprescindível recorrer a criadores de qualidade demonstrada, como é o caso da Quinta dos Penedinhos. Aqui, para além de encontrar uma reserva ecológica natural, encontra um criador que cumpre as melhores práticas no processo de criação da perdiz, desde o tratamento dos efetivos reprodutores, passando pela recolha, triagem e desinfeção dos ovos, pelos cuidados com os perdigotos, até ao desenvolvimento pleno da plumagem e da capacidade de voo da perdiz adulta.  

O asseio das instalações e a qualidade da água e da alimentação influencia a saúde do perdigoto e perdiz

A Doença de Pneumoencefalite é uma das mais comuns que afetam a espécie. Trata-se de uma infeção aguda, que afeta particularmente a perdiz e outras aves pequenas, como os pintos, e manifesta-se através de problemas digestivos e respiratórios. Como não tem um tratamento específico, a doença pode alastrar rapidamente. É prevenida através de vacinação.

Outro dos problemas comuns em aviários é a microplasmose, a qual afeta a parte respiratória e articular da perdiz. Estas bactérias podem ser transmitidas através do contacto direto entre aves, pela ração, pela água, por aerossóis ou durante o acasalamento.

Também a salmonela pode afetar perdizes e perdigotos. As salmoneloses aviárias são comuns e podem ser responsáveis por vários tipos de doenças, já que existem cerca de 90 sorotipos de salmonela que podem infetar a ave. Os sintomas são evidentes nas perdizes: ar abatido, asas caídas, arrepios e diarreia.

Por isso, a limpeza rigorosa das instalações e a qualidade da água e da alimentação do perdigoto e da perdiz é um dos melhores meios de prevenção da doença visto que vai fortalecê-las e prepará-las para enfrentar os agentes externos. As sementes constituem mais de metade da sua alimentação. A restante reparte-se por folhas, raízes e esporadicamente (6%) animais e flores.

Confie nos especialistas em criação de perdigotos

Como as necessidades de proteína mudam ao longo do ciclo de vida da perdiz, esta deve ter alimento apropriado e disponível ao seu alcance. Daí que criadores experientes, procurem replicar o ambiente natural da perdiz.

Marque uma visita à Quinta dos Penedinhos através do email quinta.dos.penedinhos@gmail.com para conhecer o habitat em que é feita a criação das perdizes.

Nos primeiros 15 dias de vida, quando em liberdade, o perdigoto alimenta-se sobretudo de pequenos insetos, como formigas, cuja cabeça é cortada pela progenitora para que as crias comam apenas o corpo. A formiga é muito importante para a saúde do perdigoto, já que possui ácido fórmico, que é um desparasitante natural. A partir da quarta semana, os perdigotos começam a comer sementes e os insetos passam a corresponder a ¼ da sua alimentação.

Para os criadores de perdizes que querem criar uma área alimentar natural, devem recorrer ao cultivo agrícola, especialmente de cereais, alternado com pousios e mato.

Estas são algumas das práticas que pode encontrar na Quinta dos Penedinhos, que se destaca pela qualidade das suas perdizes. Se procura perdizes para iniciar o seu processo de criação não deixe de nos consultar para conhecer as nossas aves, através do telefone 914563661 ou pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Porque deve usar o pointer inglês na caça da perdiz?

pointer inglês é uma raça de cão que, pelas suas características únicas, se assume como um excelente companheiro de caça, sobretudo quando falamos de caça da perdiz. O nome pointer está relacionado com a sua principal qualidade de caçador, isto é, desempenha na perfeição a tarefa de encontrar as perdizes (ou outra presa) e apontá-las para o caçador.

Tal como é importante ser meticuloso na escolha da melhor raça de cão para o acompanhar nesta atividade, também a seleção das perdizes exige cuidados. Os amantes da caça da perdiz sabem que para o sucesso desta tarefa é imprescindível terem presas com determinadas qualidades, entre elas, a rapidez, a agilidade e o saber agir na natureza. É por isso que na Quinta dos Penedinhos, o processo de criação de perdizes respeita o seu habitat natural e ocorre dentro de regras e parâmetros rigorosos.

Pointers trabalham em equipa na caça da perdiz

Uma das particularidades dos cães pointers na caça da perdiz é que eles gostam de caçar em conjunto com os donos, já que são muito afáveis e meigos. Porém, conseguem abandonar o caçador para cumprir a sua tarefa. Na hora de procurarem a presa, eles são bastante independentes e têm um excelente desempenho.

Como são muito agarrados aos donos, acabam por demonstrar uma grande obediência e o seu treino torna-se mais simples, já que aprendem facilmente o que lhes é ensinado. Sendo um cão ágil, terá facilidade em caçar perdizes, mesmo as mais velozes. Por exemplo, no caso da Quinta dos Penedinhos, as perdizes adquirem qualidades de voo raras, graças ao treino que têm nos 10 parques da propriedade, com 140 metros de comprimento. Neste espaço encontra as melhores perdizes para fazer uma largada. Venha conhecê-las, marcando uma visita através do e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

 

Como identificar estes caçadores de perdiz?

Os pointers apresentam uma pelagem curta e fina, em diferentes combinações de cores. Os cães em tons de laranja e branco ou preto e branco são muito comuns. Os machos medem entre 63 e 69 centímetros e as fêmeas oscilam entre os 61 e os 66 centímetros.

Como são muito energéticos será fácil identificá-los entre as diversas raças de cães. Além disso, são bons companheiros para famílias com crianças, visto que gostam de brincar. Se optar por criar um exemplar desta raça e treiná-lo para a caça da perdiz, lembre-se que o pointer necessita de espaço e de praticar exercício físico com regularidade.

Para caçadores exigentes, além de um cão eficiente nesta tarefa, é imprescindível a aquisição de perdizes de qualidade. A Quinta dos Penedinhos tem um centro cinegético com capacidade instalada de produção de 15 mil perdizes por ano, possuindo ainda condições para duplicar este número. Agende uma visita através do telefone 914 563 661 para conhecer o espaço de produção destas belas e velozes perdizes vermelhas.

 

Na Quinta dos Penedinhos encontra os melhores exemplares para a caça da perdiz. Contacte-nos através do número de telefone 914 563 661 ou do email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Descubra como treinar cães para caçar perdizes

A caça da perdiz é uma atividade praticada por muitos e procurada por outros tantos. Para cumprir com êxito esta ação é essencial que detenha um cão de caça bem treinado. Uma tarefa que não é simples. Um dos cães mais indicados para apanhar de forma segura as perdizes é o pointer.

Se quer ter sucesso na formação de cães de caça, capazes de detetar facilmente a sua presa e de trazê-la viva ou morta para os seus treinadores, siga os conselhos que apresentamos neste guia.

Quanto à escolha das perdizes com as melhores qualidades para a caça, a tarefa fica bastante facilitada se procurar a Quinta dos Penedinhos, especialista na criação de perdiz vermelha.

caes para cacar perdizes

Treine cães para caçar perdizes em 8 passos

Treinar um cão para caçar perdizes vermelhas não é algo que traga resultados no imediato. Há que ser consistente e escolher o animal que tem as características mais indicadas para recolher as perdizes.

1. Quanto mais cedo começar, melhor. A juventude do cão é um grande aliado do treino. O ideal será iniciar o treino de caça a partir das sete semanas de vida, que é quando o cachorro está mais predisposto em aprender tudo o que lhe é transmitido. Assim, o cão criará uma maior cumplicidade com o seu treinador e depositará nele a sua confiança.

2. Simplicidade é tudo. Os primeiros comandos de obediência devem ser os mais simples possíveis, para que o cão consiga identificá-los de forma fácil e rápida. À medida que o animal vai assimilando o básico, então chegou a hora de passar para comandos mais complexos.

3. Complementar com atividade física. O porte e a boa forma física vão determinar a capacidade de resposta do cão às exigências da caçada. Por isso, o treino da componente física é muito importante e deve começar logo em idade jovem. Assim, o cachorro vai desenvolver a sua destreza física e o porte atlético. A massa muscular é determinante para aguentar a época de caça das perdizes. Deverá criar uma rotina de treino físico, que deve prolongar-se para lá da temporada de caçada.

4. Adequá-lo ao clima. É importante que o cão de caça de perdizes esteja habituado a trabalhar durante o clima dominante na época de caça. Portanto, é essencial treiná-lo nesse período, para que ele esteja na sua máxima forma, mesmo perante condições meteorológicas menos favoráveis.

5. Ambientá-lo para identificar a presa. Quanto mais cedo o cão for capaz de identificar a presa, mais fácil será treiná-lo para encontrar as perdizes de forma instintiva. Trabalhar o olfato e a visão são os pontos principais deste treino. Na Quinta dos Penedinhos poderá encontrar provavelmente as melhores perdizes para caça.

6. Treine todos os dias. A consistência e persistência são características que se exigem do treinador. Não pode desistir, nem deixar de treinar o seu cão para caçar perdizes, quando este estiver apto para a função. Para que ele seja um especialista tem que ter uma rotina de treino, para manter-se sempre focado nos objetivos.

7. Recompensar. O método de elogio e recompensa continua a ser considerado extremamente eficaz. Os reflexos condicionados do cão testados por Pavlov fazem todo o sentido neste treino: elogiar o cão quando cumpre os comandos e recompensá-lo quando tem bom comportamento.

8. Simular. A melhor forma de testar os resultados do treino e os conhecimentos adquiridos é através do treino no campo. Na Quinta dos Penedinhos poderá encontrar provavelmente as melhores perdizes para caça. Assim, o seu cão poderá treinar em situação semelhante à realidade.

Venha conhecer as perdizes da Quinta dos Penedinhos, em Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar:

Provavelmente as melhores perdizes vermelhas de Portugal!

Aposte no cão Podengo para caçar coelhos bravos

Sabia que o Podengo é um exímio caçador de coelhos bravos? A raça tem três tipos de porte e todos têm características específicas que permitem apanhar a presa em várias situações. Por exemplo, os cães de tamanho mais pequeno conseguem perseguir o coelho bravo no mato denso e, inclusivamente, nalguns casos dentro das próprias tocas. Pesam entre 4 e 5 quilos e o seu comprimento varia entre os 20 e os 30 centímetros. Já os de porte maior são especialistas na investida em campo aberto. Os cães médios pesam cerca de 16 a 20 quilos e o seu tamanho oscila entre os 39 e os 54 centímetros. Os de porte grande podem atingir os 70 centímetros de altura.

Se está à procura de uma raça com qualidades para a caça do coelho e para conviver em família, o Podengo Português poderá ser a escolha certa. Quanto ao coelho bravo, poderá encontrar na Quinta dos Penedinhos a espécie que é mantida no seu habitat natural e preserva as suas melhores características.

cao podengo para caçar coelhos bravos

Podengo tem aptidão inata para caçar o coelho bravo

Por se tratar de uma raça pequena e, por isso, bastante ágil e rápida, o Podengo tem capacidade para acompanhar o coelho bravo, que é uma espécie veloz e perita em camuflar-se no mato. Além disso, tem um temperamento destemido, o que lhe permite não desistir da perseguição do coelho bravo assim que este se esconde nas tocas; e aprende com facilidade, simplificando a tarefa ao treinador.

O Podengo Português pode ter um pelo longo e áspero ou curto e liso, distribuído por seis variedades. Como se foi adaptando ao clima mediterrâneo, tem uma boa resistência e é bastante saudável.

Esta raça está distribuída por todo o país, sendo mais fácil encontrar o Podengo a norte do rio Douro, no Alto Alentejo e na zona da Estremadura.

O coelho bravo, predomina no concelho de Sintra, em plena Reserva Ecológica Natural, na Quinta dos Penedinhos. Somos um criador de referência a nível nacional do coelho bravo de raça autóctone Oryctolagus Cuniculus Algirus. Marque uma visita para conhecer o espaço, pelo 914 563 661.

Raça nacional

Ágil, rápido e meigo. Estas são algumas das qualidades do Podengo Português, uma raça lusa que não tem sofrido alterações, que tem facilidade em relacionar-se com outros cães e que é bastante dócil com as crianças. Estes cães criam uma relação próxima com os donos e têm um temperamento muito maleável, adaptando-se facilmente à vida citadina.

É uma raça que, desde os primórdios, é procurada pelas suas características utilitárias: animal de caça/guarda e de companhia. É, por isso, designado como raça Primitiva, uma distinção reconhecida pela Federação Cinológica Internacional, ocupando o 5º grupo de “Cães do tipo Spitz e tipo Primitivo”. As suas qualidades inatas de caça estão relacionadas com o seu percurso, que começou há séculos, quando era usado pelas populações mais pobres para a caça do coelho para subsistência. Desde então foi desenvolvendo essas características, continuando a ser uma referência nesta atividade.

Criamos coelho bravo de raça autóctone pura!

Para mais informações, visite-nos em Quinta dos Penedinhos ou contacte-nos por mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Parta à caça de perdizes com os cães de parar

São inúmeras as espécies de cães de caça. No entanto, nem todas as raças são indicadas para a caça de perdizes. Se procura um animal com características adequadas para esta tarefa, os cães de parar são bons companheiros para esta caçada, em particular o Epagneul Breton. Trata-se de um cão robusto, detentor de uma elevada capacidade para aguentar um dia completo de trabalho. Devido ao seu constante e apurado olfato, não apresenta sinais de fadiga e está em constante procura da presa.
Este cão de caça às perdizes é igualmente um bom animal de companhia, devido ao bom temperamento e capacidade de socialização. Daí que seja cada vez mais procurado por famílias.

Epagneul Breton é tão rápido quanto as perdizes

caes de parar

Uma das suas principais características é a rapidez com que, guiado por um olfato bastante apurado, cobre uma determinada área, seja em terra ou em água. É um grande aliado dos caçadores de perdizes, pois é capaz de trazer a peça quase intacta. Isto porque tem aquilo a que os criadores de cães chamam de “dente doce”. Além disso, é um cão muito fácil de treinar, pois tem uma aptidão inata para a caça e é bastante obediente.
Na hora de treinar esta raça lembre-se que o Epagneul Breton é muito dinâmico e necessita de estar constantemente ocupado, caso contrário pode assumir uma outra faceta: a de destruidor. Por isso, mantenha o seu animal sempre em atividade. Para tal, pode contactar a Quinta dos Penedinhos, pelo e-mail 
quinta.dos.penedinhos@gmail.com, e levar o seu cão à caça de perdizes.

Além disso, não opte por um treino violento. E quando se fala em violência refere-se a física e a mental. Este cão é dócil, pelo que necessita de um método de treino com reforço pela positiva, que aumente a sua confiança. Senão, corre o risco de assumir uma postura tímida e condicionar as suas habilidades de caça.


Socialização de cães de caça

Com o treino adequado, esta raça é muito dócil, apresentando uma tendência natural para socializar com os donos, pessoas estranhas e outros animais. Portanto, se e quando adquirir este cão, ele lhe parecer tímido, será por um de dois motivos: ou não é puro e deriva de cruzamentos de outros exemplares, ou foi sujeito a um treino demasiado agressivo. Por isso, se escolher esta raça para caçar perdizes, lembre-se que deverá mimar o cão e dar-lhe uma rotina com bastante atividade, quer seja na caça, quer seja em caminhadas e corridas.

Embora temperamental e sensível ao stress, o Epagneul Breton tem uma energia inesgotável, aliada a uma boa resistência física (apesar da baixa estatura). É certamente uma boa opção para caçar com sucesso as perdizes. E se procura presas com qualidade e criadas em ambiente natural, a Quinta dos Penedinhos é o local indicado.

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