Vírus e doenças mais comuns que afetam as perdizes de cativeiro

Na Península Ibérica, a perdiz-vermelha é a ave cinegética mais comum, sendo uma espécie muito apetecível dos caçadores.

Em Portugal, e em liberdade, esta ave vive em bandos (fora da época do acasalamento), sendo bastante procurada pelos caçadores. Contudo, para criar perdizes de qualidade é necessário possuir conhecimentos técnicos e desenvolver um habitat com as condições adequadas ao seu crescimento saudável. Isto porque, a perdiz-vermelha, também conhecida por perdiz-comum, costuma ser afetada por várias doenças e vírus. Se procura altos padrões de qualidade na criação de perdizes, opte por um criador de referência a nível nacional como a Quinta dos Penedinhos, onde são seguidos todos os protocolos para evitar as doenças mais comuns da espécie.

Saiba mais sobre este criador, através do e-mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

As perdizes podem ser afetadas por doenças virais

As mais comuns são:

  • A doença de Newcastle: o período de incubação é variável e há o risco de contágio direto. Este vírus afeta o sistema nervoso e digestivo, provocando hemorragias no cérebro e intestino.
  • Vírus Fowlpox: o período de incubação é de seis a oito dias e aparece sobretudo na Primavera e Outono. Afeta especialmente as perdizes adultas e caracteriza-se pelo aparecimento de crostas e feridas nas zonas cutâneas expostas, boca e laringe. Pode causar lesões no fígado e ovários.
  • Vírus Encefalomielitis: é de contágio direto e leva quatro a seis dias a incubar. Esta doença afeta o sistema nervoso da perdiz, assim como a sua fertilidade, sendo responsável pela elevada mortalidade embrionária.
  • Vírus Laringotraqueíte: pode demorar entre quatro e nove dias a incubar e afeta os olhos das perdizes, causando conjuntivite. Pode também verificar-se insuficiência respiratória, já que as lesões afetam as mucosas da traqueia. O contágio é direto ou pelo ar.

As perdizes são ainda vítimas de diversas doenças bacterianas, nomeadamente:

  • Colibacilose: o período de incubação da bactéria E. Coli é de dois a quatro dias e pode ser transmitida através da água, do ambiente, da alimentação e de outros animais doentes. É uma doença bastante mortal e que provoca diarreia. A melhor forma de evitar esta bactéria passa por ter sempre água limpa e instalações asseadas.
  • Salmonelose: leva quatro a seis dias a incubar e também pode ser transmitida, não só pelas perdizes contaminadas, mas também pela água e por roedores. Provoca desidratação grave, devido à diarreia e é bastante mortal.
  • Pasteurelose: o período de incubação é de seis a oito dias e os sintomas são prostração, sinusite e conjuntivite. Transmite-se por contágio direto e pelo ar.
  • Microplasmose: é transmitida por portadores da doença, outras aves e por transmissão vertical. O período de incubação é de sete a dez dias e é mortal. Os animais têm dificuldade em respirar, sinusite e ficam tão fracos, que podem desenvolver pneumonia.

Opte por criadores de perdizes certificados

A melhor forma de combater estas e outras doenças que afectam as perdizes é a prevenção. E para prevenir, a limpeza, a desinfeção e a instalação de barreiras sanitárias são as palavras-chave. A existência de instalações asseadas e desinfectadas, água limpa e comida fresca propiciam um ambiente salubre, essencial para a qualidade das aves.

A Quinta dos Penedinhos é um criador de referência a nível nacional de perdiz-vermelha, possuindo um moderno centro cinegético, afetando diversas propriedades (8,5 ha) e edificações (4.800 m2).

Venha conhecer a Quinta dos Penedinhos e assegure-se que as perdizes deste criador se encontram livres de doenças e vírus. Contacte-nos através do número +351 914 563 661.

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