Descubra as principais doenças do perdigoto e da perdiz

Quer esteja a aventurar-se na criação de perdigotos ou à procura desta ave para a caça, saiba que é muito importante que recorra a criadores de confiança, que assegurem que estes animais detêm todas as qualidades da espécie e gozem de boa saúde.

Tanto a perdiz, como o perdigoto, podem desenvolver várias doenças ao longo do tempo, pelo que é imprescindível recorrer a criadores de qualidade demonstrada, como é o caso da Quinta dos Penedinhos. Aqui, para além de encontrar uma reserva ecológica natural, encontra um criador que cumpre as melhores práticas no processo de criação da perdiz, desde o tratamento dos efetivos reprodutores, passando pela recolha, triagem e desinfeção dos ovos, pelos cuidados com os perdigotos, até ao desenvolvimento pleno da plumagem e da capacidade de voo da perdiz adulta.  

O asseio das instalações e a qualidade da água e da alimentação influencia a saúde do perdigoto e perdiz

A Doença de Pneumoencefalite é uma das mais comuns que afetam a espécie. Trata-se de uma infeção aguda, que afeta particularmente a perdiz e outras aves pequenas, como os pintos, e manifesta-se através de problemas digestivos e respiratórios. Como não tem um tratamento específico, a doença pode alastrar rapidamente. É prevenida através de vacinação.

Outro dos problemas comuns em aviários é a microplasmose, a qual afeta a parte respiratória e articular da perdiz. Estas bactérias podem ser transmitidas através do contacto direto entre aves, pela ração, pela água, por aerossóis ou durante o acasalamento.

Também a salmonela pode afetar perdizes e perdigotos. As salmoneloses aviárias são comuns e podem ser responsáveis por vários tipos de doenças, já que existem cerca de 90 sorotipos de salmonela que podem infetar a ave. Os sintomas são evidentes nas perdizes: ar abatido, asas caídas, arrepios e diarreia.

Por isso, a limpeza rigorosa das instalações e a qualidade da água e da alimentação do perdigoto e da perdiz é um dos melhores meios de prevenção da doença visto que vai fortalecê-las e prepará-las para enfrentar os agentes externos. As sementes constituem mais de metade da sua alimentação. A restante reparte-se por folhas, raízes e esporadicamente (6%) animais e flores.

Confie nos especialistas em criação de perdigotos

Como as necessidades de proteína mudam ao longo do ciclo de vida da perdiz, esta deve ter alimento apropriado e disponível ao seu alcance. Daí que criadores experientes, procurem replicar o ambiente natural da perdiz.

Marque uma visita à Quinta dos Penedinhos através do email quinta.dos.penedinhos@gmail.com para conhecer o habitat em que é feita a criação das perdizes.

Nos primeiros 15 dias de vida, quando em liberdade, o perdigoto alimenta-se sobretudo de pequenos insetos, como formigas, cuja cabeça é cortada pela progenitora para que as crias comam apenas o corpo. A formiga é muito importante para a saúde do perdigoto, já que possui ácido fórmico, que é um desparasitante natural. A partir da quarta semana, os perdigotos começam a comer sementes e os insetos passam a corresponder a ¼ da sua alimentação.

Para os criadores de perdizes que querem criar uma área alimentar natural, devem recorrer ao cultivo agrícola, especialmente de cereais, alternado com pousios e mato.

Estas são algumas das práticas que pode encontrar na Quinta dos Penedinhos, que se destaca pela qualidade das suas perdizes. Se procura perdizes para iniciar o seu processo de criação não deixe de nos consultar para conhecer as nossas aves, através do telefone 914563661 ou pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

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