Aposte no cão Podengo para caçar coelhos bravos

Sabia que o Podengo é um exímio caçador de coelhos bravos? A raça tem três tipos de porte e todos têm características específicas que permitem apanhar a presa em várias situações. Por exemplo, os cães de tamanho mais pequeno conseguem perseguir o coelho bravo no mato denso e, inclusivamente, nalguns casos dentro das próprias tocas. Pesam entre 4 e 5 quilos e o seu comprimento varia entre os 20 e os 30 centímetros. Já os de porte maior são especialistas na investida em campo aberto. Os cães médios pesam cerca de 16 a 20 quilos e o seu tamanho oscila entre os 39 e os 54 centímetros. Os de porte grande podem atingir os 70 centímetros de altura.

Se está à procura de uma raça com qualidades para a caça do coelho e para conviver em família, o Podengo Português poderá ser a escolha certa. Quanto ao coelho bravo, poderá encontrar na Quinta dos Penedinhos a espécie que é mantida no seu habitat natural e preserva as suas melhores características.

cao podengo para caçar coelhos bravos

Podengo tem aptidão inata para caçar o coelho bravo

Por se tratar de uma raça pequena e, por isso, bastante ágil e rápida, o Podengo tem capacidade para acompanhar o coelho bravo, que é uma espécie veloz e perita em camuflar-se no mato. Além disso, tem um temperamento destemido, o que lhe permite não desistir da perseguição do coelho bravo assim que este se esconde nas tocas; e aprende com facilidade, simplificando a tarefa ao treinador.

O Podengo Português pode ter um pelo longo e áspero ou curto e liso, distribuído por seis variedades. Como se foi adaptando ao clima mediterrâneo, tem uma boa resistência e é bastante saudável.

Esta raça está distribuída por todo o país, sendo mais fácil encontrar o Podengo a norte do rio Douro, no Alto Alentejo e na zona da Estremadura.

O coelho bravo, predomina no concelho de Sintra, em plena Reserva Ecológica Natural, na Quinta dos Penedinhos. Somos um criador de referência a nível nacional do coelho bravo de raça autóctone Oryctolagus Cuniculus Algirus. Marque uma visita para conhecer o espaço, pelo 914 563 661.

Raça nacional

Ágil, rápido e meigo. Estas são algumas das qualidades do Podengo Português, uma raça lusa que não tem sofrido alterações, que tem facilidade em relacionar-se com outros cães e que é bastante dócil com as crianças. Estes cães criam uma relação próxima com os donos e têm um temperamento muito maleável, adaptando-se facilmente à vida citadina.

É uma raça que, desde os primórdios, é procurada pelas suas características utilitárias: animal de caça/guarda e de companhia. É, por isso, designado como raça Primitiva, uma distinção reconhecida pela Federação Cinológica Internacional, ocupando o 5º grupo de “Cães do tipo Spitz e tipo Primitivo”. As suas qualidades inatas de caça estão relacionadas com o seu percurso, que começou há séculos, quando era usado pelas populações mais pobres para a caça do coelho para subsistência. Desde então foi desenvolvendo essas características, continuando a ser uma referência nesta atividade.

Criamos coelho bravo de raça autóctone pura!

Para mais informações, visite-nos em Quinta dos Penedinhos ou contacte-nos por mail: quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Parta à caça de perdizes com os cães de parar

São inúmeras as espécies de cães de caça. No entanto, nem todas as raças são indicadas para a caça de perdizes. Se procura um animal com características adequadas para esta tarefa, os cães de parar são bons companheiros para esta caçada, em particular o Epagneul Breton. Trata-se de um cão robusto, detentor de uma elevada capacidade para aguentar um dia completo de trabalho. Devido ao seu constante e apurado olfato, não apresenta sinais de fadiga e está em constante procura da presa.
Este cão de caça às perdizes é igualmente um bom animal de companhia, devido ao bom temperamento e capacidade de socialização. Daí que seja cada vez mais procurado por famílias.

Epagneul Breton é tão rápido quanto as perdizes

caes de parar

Uma das suas principais características é a rapidez com que, guiado por um olfato bastante apurado, cobre uma determinada área, seja em terra ou em água. É um grande aliado dos caçadores de perdizes, pois é capaz de trazer a peça quase intacta. Isto porque tem aquilo a que os criadores de cães chamam de “dente doce”. Além disso, é um cão muito fácil de treinar, pois tem uma aptidão inata para a caça e é bastante obediente.
Na hora de treinar esta raça lembre-se que o Epagneul Breton é muito dinâmico e necessita de estar constantemente ocupado, caso contrário pode assumir uma outra faceta: a de destruidor. Por isso, mantenha o seu animal sempre em atividade. Para tal, pode contactar a Quinta dos Penedinhos, pelo e-mail 
quinta.dos.penedinhos@gmail.com, e levar o seu cão à caça de perdizes.

Além disso, não opte por um treino violento. E quando se fala em violência refere-se a física e a mental. Este cão é dócil, pelo que necessita de um método de treino com reforço pela positiva, que aumente a sua confiança. Senão, corre o risco de assumir uma postura tímida e condicionar as suas habilidades de caça.


Socialização de cães de caça

Com o treino adequado, esta raça é muito dócil, apresentando uma tendência natural para socializar com os donos, pessoas estranhas e outros animais. Portanto, se e quando adquirir este cão, ele lhe parecer tímido, será por um de dois motivos: ou não é puro e deriva de cruzamentos de outros exemplares, ou foi sujeito a um treino demasiado agressivo. Por isso, se escolher esta raça para caçar perdizes, lembre-se que deverá mimar o cão e dar-lhe uma rotina com bastante atividade, quer seja na caça, quer seja em caminhadas e corridas.

Embora temperamental e sensível ao stress, o Epagneul Breton tem uma energia inesgotável, aliada a uma boa resistência física (apesar da baixa estatura). É certamente uma boa opção para caçar com sucesso as perdizes. E se procura presas com qualidade e criadas em ambiente natural, a Quinta dos Penedinhos é o local indicado.

Contacte-nos pelo +351 914 563 661 e venha conhecer-nos.

Tudo o que precisa de saber para criar perdigotos com sucesso

As crias da espécie cinegética mais famosa da Península Ibérica são um bom ponto de partida para se dedicar à criação de perdizes.

Os perdigotos são os filhotes da perdiz-vermelha, também conhecida por perdiz-comum, e têm características únicas que tornam possível a sua criação em cativeiro, desde que conheça bem as características destas aves. Por exemplo, sabia que os perdigotos são nidífugos? Isto é, largam o ninho logo que nascem. É uma boa notícia para os criadores, que podem separar as crias da mãe logo nos primeiros dias, sem correrem o risco destas definharem sem a presença materna.

Se procura perdigotos com boa genética, tem que conhecer as crias das perdizes da Quinta dos Penedinhos. Estas aves são cuidadas com todos os critérios necessários para lhes proporcionar o habitat mais natural possível, logo são saudáveis e velozes. Contacte-nos pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com e venha conhecer os nossos perdigotos.

perdigotos

Quais os alimentos indicados para os perdigotos?

Apesar de ser uma espécie granívora, a perdiz vai variando a sua alimentação à medida que vai crescendo. Os perdigotos alimentam-se de matéria animal, até completarem 21 dias de vida. A partir daí vão consumindo proteínas e nutrientes que lhe forneçam o elevado nível energético que necessitam. Além disso, como têm uma enorme capacidade de adaptação ao meio em que se encontram, podem comer também gafanhotos, caracóis e formigas.

Outra característica única das perdizes, que começa a desenvolver-se logo enquanto são perdigotos, é a capacidade de se camuflarem ao ponto de se confundirem com o meio ambiente em que estão.

Lembre-se também que os perdigotos tornam-se adultos quando completam 22 semanas de vida e que, até lá, o seu aspeto físico vai sofrendo várias mutações.

Agende uma visita à Quinta dos Penedinhos pelo telefone +351 914 563 661, para ver in loco o desenvolvimento e o processo de criação desta espécie.

Ave de elevado valor socioeconómico

Sabe-se que a perdiz integra a gastronomia portuguesa e que é muito procurada por caçadores, devido ao seu apurado instinto de fuga e voo rasteiro. Presa de algumas espécies protegidas, tem uma importância acrescida pelo contributo que presta para o equilíbrio da biodiversidade dos ecossistemas.

Distingue-se pela côr da sua plumagem, pela caracterísitica do voo planado e pela particularidade de formar bandos, compostos pelo casal e respetivos perdigotos. Não é fácil diferenciar os machos das fêmeas. Uma das possíveis formas é através do comportamento, sobretudo durante o período de reprodução, uma vez que os machos têm um cantar característico de chamamento.

Se não sabe onde encontrar perdigotos para criar, procure a Quinta dos Penedinhos, ligando para o +351 914 563 661.

Descubra onde pode encontrar o coelho bravo

O coelho bravo é uma espécie característica das zonas de clima mediterrânico. Abunda na Península Ibérica, representando um dos principais alimentos de uma série de predadores. É possível observar este animal na maior parte do território português.

Uma vez que o coelho bravo aproveita o pasto seco como recurso alimentar, é habitual encontrar populações da espécie nas áreas sub-desérticas do país.

Se não quer percorrer o país à procura de um vislumbre do coelho bravo, saiba que pode encontrar a espécie na Quinta dos Penedinhos. Estamos localizados na Reserva Ecológica Nacional de Sintra e dedicamo-nos à criação da espécie Oryctolagus Cuniculus Algirus. Possuímos alvará de criação e estamos abertos a todos os apreciadores do coelho bravo. Marque uma visita pelo e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

O que deve saber sobre o coelho bravo

Seja caçador, criador ou apreciador da espécie, saiba que o coelho bravo passa grande parte do seu dia a procurar comida e a alimentar-se. Este animal procura produtos lenhosos, uma vez que o seu organismo está adaptado para estes alimentos de difícil digestão. Estima-se que 30 a 60% do dia é ocupado nesta tarefa, sendo que o restante é repartido pela socialização e pela sua limpeza.

Uma boa forma de localizar o coelho bravo é através dos excrementos. Estes produzem dois tipos: os brancos, que são ricos em bactérias e proteínas, sendo por isso novamente ingeridos; e os escuros, que são colocados no solo e não são reaproveitados. Nas colónias, os excrementos são colocados num único local, as chamadas latrinas. Ao localizar as latrinas saberá que os coelhos bravos vivem nessa zona.

A peça-chave do ecossistema

Esta espécie tem um enorme peso na preservação do ecossistema mediterrânico. O coelho bravo faz parte da família dos leporídeos (lebres e coelhos) e lagomorfos e as suas características fazem dele a presa procurada por mais de 40 espécies de aves e mamíferos. Além disso, é o alimento principal de duas espécies simbólicas da Península Ibérica: o lince ibérico e a águia imperial.

A Quinta dos Penedinhos é uma referência nacional na criação de coelho bravo, sendo recomendada pelo ICNF a outros criadores. Por outro lado, integra desde 2012 o Projeto Nacional de Criação do Lince Ibérico (IBERLINX), enquanto potencial fornecedor de coelhos bravos para alimentação/treino de caça das crias de lince. Desta forma, esta equipa tem procurado contribuir para o sucesso da preservação da espécie Lince Ibérico.

Venha conhecer o trabalho desta equipa, através da marcação de uma visita pelo telefone +351 914 563 661 ou email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Como gerir corretamente a população de perdiz vermelha?

Os criadores de perdiz vermelha certificados sabem que o processo de gestão desta espécie é rigoroso e metódico. Para alcançar a meta de ter uma média de 5 perdigotos a chegar à idade adulta, por cada ninho, é necessário proceder a um correto ordenamento das populações e seguir um conjunto de regras. A primeira consiste em não abater mais de metade dos efetivos da espécie.

perdiz vermelha

Desenvolver as condições adequadas é outras das regras. E para tal, terá que fazer o seguinte:

  • Criar condições para a perdiz ser capaz de encontrar facilmente abrigo, água e alimento;
  • Controlar o número de predadores;
  • Afastar os cães e gatos selvagens da zona protegida, já que são grandes predadores desta espécie;
  • Ter a mesma vigilância junto dos rebanhos, que geralmente são acompanhados por cães-pastor, que são igualmente predadores da perdiz;
  • Ter cuidados na ceifa das sementeiras e na limpeza da área florestal para não destruir ninhos nem matar quaisquer efectivos destas populações;
  • Não abusar dos pesticidas nas zonas por onde a perdiz circula e procura alimento e água.

Na Quinta dos Penedinhos poderá conhecer estas e outras técnicas, de forma mais aprofundada e observar de perto as populações de perdiz vermelha. Contacte-nos pelo email quinta.dos.penedinhos@gmail.com.

Formação de caçadores é importante para preservar a perdiz vermelha

Para que as populações desta espécie sejam sustentáveis é importante que a caça também seja desenvolvida de forma responsável. Por isso, a formação dos caçadores e respetivo conhecimento da espécie são imprescindíveis para uma boa convivência entre o Homem e esta espécie. Por exemplo, a perdiz-cinzenta ou charrela é uma espécie protegida, por ser rara em Portugal. Porém, devido às suas características é muitas vezes confundida com a perdiz-vermelha (também conhecida por perdiz-comum), correndo o risco de ser abatida por caçadores pouco conhecedores da espécie.

Ao contrário da perdiz-vermelha, a perdiz-cinzenta tem um tom de ferrugem nas faces e o pescoço cinzento. Além disso, é mais pequena e tem patas amarelas. No caso do macho é possível ver no peito uma mancha castanha, na forma de ferradura.

Para caçar perdiz-vermelha em segurança, e não correr o risco de abater espécies em risco, ligue para a Quinta dos Penedinhos. As perdizes vermelhas deste criador têm uma enorme capacidade de voo, obtida nos parques de voo com 140 metros de comprimento. A sua beleza é inconfundível, fruto da qualidade de vida de que desfrutam neste espaço.

Venha conhecer as instalações deste criador certificado, que é uma referência a nível nacional. Marque a sua visita através do telefone: +351 914 563 661.  

Até que ponto conhece pormenorizadamente a perdiz?

A perdiz é uma espécie muito procurada por caçadores, devido à sua grande capacidade de voo. Porém, a questão que colocamos é a seguinte: conhece bem as características desta ave?

Se é caçador, vai iniciar-se na caça ou simplesmente tem interesse por esta espécie, siga este guia para actualizar os seus conhecimentos.

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Qual é a aparência da perdiz?

De tamanho médio, entre 35 a 40 cm de comprimento, a perdiz é castanha nas costas e na parte de superior da cabeça e tem uma linha preta que contorna o branco da face e desce até ao peito. Nesta zona parece que tem um colar preto e tem o bico e as patas em tons de vermelho.

 

É macho ou fêmea?

A distinção não é fácil. Esteja atento a estes sinais:

  • Macho: é maior e pesa em média 483 gramas. Tem uma cabeça maior e os tarsos são compridos e longos. Tem ainda esporões largos na base e arredondados na extremidade.
  • Fêmea: pesa cerca de 395 gramas e tem um tarso mais delgado, curto e, quando apresenta esporões, estes são estreitos e bicudos na base.

 

É jovem ou adulto?

São as dez penas que existem na extremidade da asa que permitem a distinção dos dois animais. São as chamadas rémiges primárias, que nos juvenis mudam logo no primeiro mês de vida e se mantêm até Outubro ou Novembro, excepto as duas últimas penas. Estas são pontiagudas e costumam ter uma pequena pinta branca na ponta.

Já a perdiz adulta muda estas penas duas a três semanas antes da perdiz jovem e as duas últimas mantêm-se sempre arredondadas na ponta.

 

Qual é o seu habitat?

A perdiz tem preferência por áreas dedicadas a culturas de cereais. Por vezes, optam por zonas de matos, vinhas ou terrenos que não são cultivados. É nestes locais que esta ave encontra o seu alimento, que consiste essencialmente em produtos vegetais, como bagas, grãos, rebentos ou raízes.

 

Como se reproduzem?

O acasalamento da perdiz varia consoante a região em que se encontra. Ou seja, no norte acontece entre Fevereiro e Março. No sul é mais cedo, entre Janeiro e Fevereiro. Também as condições meteorológicas podem influenciar este processo, já que a perdiz constrói o seu ninho no solo, junto à linha de água ou de percursos pedonais, com plantas e ramos secos.

Também a postura dos ovos ocorre em períodos diferentes, dependendo da localização desta ave. No norte decorre entre Abril e Maio. No sul, ocorre entre Março e Abril.

Em relação ao número de ovos colocados em cada ninho, estes podem ir dos 8 aos 23. A média é de 12 por incubação. Este processo começa assim que é posto o último ovo e dura à volta de 23 dias. Por vezes, a perdiz constrói um segundo ninho que pode ser incubado pelo macho. Isto costuma acontecer quando primeiro ninho fica destruído.

Entre Maio e Junho dá-se a eclosão das crias. Os perdigotos, como são uma espécie nidífuga, saem do ninho assim que nascem e juntam-se ao bando, que se mantém unido até entrar novamente na fase de acasalamento.

 

Venha conhecer as perdizes da Quinta dos Penedinhos. A qualidade do seu processo de criação é visível na beleza destas aves e na sua capacidade de voo, que resulta de treinos em parques com 140 m de comprimento.

Sabe porque a criação de coelhos está ligada ao lince ibérico?

Todos sabemos que o coelho bravo é uma espécie fundamental para a preservação dos ecossistemas. Mas conhecia que este animal é a principal presa (e muitas vezes a única) do lince ibérico? É verdade. Daí que a criação de coelhos tenha um papel tão importante para a preservação de uma espécie que está em risco de extinção.

Quinta dos Penedinhos é, desde 2012, um potencial fornecedor de coelhos bravos para a alimentação e treino de caça das crias de lince, no âmbito do Projecto Nacional de Criação do Lince Ibérico (IBERLINX). A qualidade do seu processo de criação de coelhos é reconhecida pela preocupação em desenvolver o ambiente mais adequado, aliado a uma alimentação saudável, para que estes animais possam viver no seu habitat natural.

Venha conhecer as excelentes condições ecológicas da Quinta dos Penedinhos e ver como a nossa equipa especializada assegura a boa evolução do coelho bravo.

Características únicas ligam o coelho bravo ao lince ibérico

O lince ibérico é um carnívoro que se especializou em caçar uma presa que abunda na floresta mediterrânea: o coelho bravo. As suas características anatómicas permitem ao lince mover-se na zona de florestação densa sem ser visto ou ouvido. Um factor que contribui para se tornar ágil e circular nas bordas das zonas de pastagem, que são as preferidas do coelho bravo para se alimentar.

Como esta pequena espécie depende das suas zonas de refúgio e de áreas de pastagem, é facilmente apanhada pelo lince ibérico quando sai à procura de alimento. O desaparecimento deste habitat tem sido prejudicial para estes dois animais e coloca em causa a sobrevivência de ambos. Daí que a criação de coelhos seja tão importante para manter a cadeia alimentar dos seus predadores. Estima-se que na Península Ibérica existem cerca de 40 espécies de mamíferos e aves que se alimentam deste animal.

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Criação de coelhos com qualidade para manter ecossistemas

Contudo, quando se fala na importância da criação do coelho bravo, tome nota de que esta deve ser assegurada por profissionais especializados e em condições adequadas. Só recriando o habitat natural destes animais e com um controlo apertado da sua alimentação é possível assegurar a pureza genética da raça.

Por exemplo, a Quinta dos Penedinhos integra, desde 2013, o grupo de trabalho que se dedica à certificação da qualidade do processo de criação do coelho bravo. Aqui, esta espécie tem todas as condições para alcançar o seu potencial máximo reprodutivo. Isto porque os nossos técnicos sabem que estão perante um herbívoro selectivo que precisa de comer plantas herbáceas, raízes, folhas e casas e plantas compostas, como as leguminosas.

O coelho bravo passa entre 30 a 60% do seu dia a alimentar-se. Por isso, esta etapa é crucial para o seu desenvolvimento saudável. Além disso, o desenvolvimento de um ambiente o mais aproximado possível do habitat selvagem destes animais, permite-lhes viver em segurança e desenvolver os seus mecanismos de defesa.

Venha conhecer as condições da Quinta dos Penedinhos e os projectos de preservação da espécie. Contacte-nos pelo 914 563 661 ou pelo e-mail quinta.dos.penedinhos@gmail.com

Coelho bravo, a espécie que vive há dois milhões de anos na Península Ibérica

Sabia que os coelhos bravos convivem com o Homem há milhões de anos? Este herbívoro existe na Península Ibérica há cerca de dois milhões de anos e desempenham um papel muito importante no equilíbrio do ecossistema. Com efeito, fazem parte da cadeia alimentar de cerca de 40 espécies de predadores. Para além disso, a ação dizimadora das principais doenças que têm afetado o coelho bravo, sobretudo a doença hemorrágica viral, colocou esta espécie em risco de extinção. Felizmente, existem criadores de coelho bravo que “não atiram a toalha ao chão”, dedicando-se à preservação da espécie e ao seu repovoamento. Porém, para garantir a preservação da espécie, há que cumprir uma série de critérios e cuidados que repliquem o seu habitat natural, defendam a sua saúde, promovam a sua reprodução e assegurem um repovoamento eficaz.

Na Quinta dos Penedinhos, por exemplo, replicamos um ambiente o mais natural e aproximado do habitat selvagem destes animais, para que estes possam viver em harmonia e desenvolver os seus próprios mecanismos de defesa.

coelho bravo especie

Coelho bravo é uma espécie única

Para se defender dos seus inúmeros predadores, o coelho bravo desenvolveu características únicas, que lhe permitem sobreviver em várias regiões. Em primeiro lugar, o coelho bravo tem uma visão de 360º, excelente aliada para detetar qualquer aproximação de outro animal ou humano. Em segundo lugar, concentra a sua atividade no crepúsculo, evitando assim durante o dia os possíveis ataques das aves de rapina e durante a noite as raposas.

Os criadores certificados sabem ainda que para criar um habitat natural para esta espécie têm que optar por uma zona de abrigos próxima da zona de alimentação, para que o coelho bravo possa facilmente alimentar-se e esconder-se dos predadores. Diga-se a propósito que a diminuição da população de coelho bravo não é alheia à redução das áreas agrícolas e à proliferação de pinheiros e eucaliptos.

Espécie em risco

Na Quinta dos Penedinhos, a preservação da espécie coelho bravo Oryctolagus Cuniculus Algirus constitui uma das preocupações dominantes. Além da criação de exemplares de grande qualidade e pureza genética para o sector cinegético, é dedicada uma especial atenção ao repovoamento desta espécie. Uma situação que não se verifica em criadores que não são certificados, que não têm o conhecimento necessário para garantir a reprodução e o crescimento da referida espécie. Recorde-se que o coelho bravo é atormentado por diversas doenças de índole viral.

Venha conhecer as excelentes condições ecológicas da Quinta dos Penedinhos e ver como a nossa equipa especializada assegura o desenvolvimento eficaz do coelho bravo. Contacte-nos.

Tudo o que os criadores de coelhos bravos devem saber

Se está a pensar enveredar pela criação de coelhos bravos saiba que esta espécie tem características muito especiais e precisa de cuidados específicos para que se desenvolva de forma saudável. O ideal será consultar a Quinta dos Penedinhos para aprender com profissionais especializados como proceder ao repovoamento destes animais e ter a garantia de que está a adquirir coelhos bravos puros e saudáveis.

coelhos bravos

Criadores de coelhos bravos devem criar o ambiente adequado

Estes são os principais passos a seguir para propiciar o melhor ambiente para os coelhos bravos:

  1. Crie uma área harmoniosa, em que o animal se sinta em “casa”, no seu habitat; ou seja, deverá combinar zonas de vegetação que lhe forneçam cobertura para se proteger com zonas abertas, sem mato, onde possa alimentar-se.
  2. Não se esqueça da toca (marouço). Os criadores de coelhos têm que preparar o espaço para os seus animais, e a criação de uma toca será uma mais-valia para que eles tenham a cobertura necessária e, assim, experimentarem uma sensação de segurança. Este esconderijo deverá ter a profundidade de cerca de um pé e ser reforçado com uma estrutura de paus, ladeados por folhagem.
  3. Crie uma fonte de alimento. Para tal, terá que limpar as áreas à volta da toca para que o coelho bravo tenha uma zona ampla para procurar alimento. Retire as ervas daninhas e plante trevo, cereais e gramíneas, que são os alimentos que integram a dieta desta espécie.

Com estas ações estará a criar as condições ideias para que os seus coelhos bravos se sintam confortáveis e seguros. Reunidos estes pressupostos aumentará a probabilidade de ver esta pequena população a crescer a um ritmo bastante rápido.

Para aprender outros truques e cuidados a ter com os seus coelhos bravos recorra a criadores de coelhos, que possuam o conhecimento e a experiência nesta área. Passe pela Quinta dos Penedinhos e descubra os métodos usados na criação desta espécie. Contacte-nos!

Não confunda coelho bravo com lebre

Sabia que o Oryctolagus cuniculus, nome científico do coelho bravo, também conhecido por coelho europeu, deu origem a uma série de subespécies algumas das quais são atualmente domesticadas? Quem não é criador de coelhos bravos pode desconhecer esta e outras curiosidades. Por exemplo, a população tem tendência para confundir este animal com a lebre. No entanto, é fácil distingui-los.

Em primeiro lugar, as lebres são mais compridas e esguias, têm orelhas maiores e pontos negros na pelagem. Por outro lado, os coelhos bravos correm melhor, pois têm patas mais curtas.

Em segundo lugar, quando nascem, os coelhos bravos não têm pelo, nem conseguem ver. Já as lebres são o oposto.

Por fim, as lebres vivem à superfície e são solitárias. Os coelhos bravos são sociáveis, daí que tenham sido domesticados e hoje se encontrem muitas subespécies na casa dos portugueses, como animais de estimação. Além disso, vivem em tocas subterrâneas. Daí ser tão importante que os criadores de coelho bravo tenham em mente que é necessário criar tocas para estes animais.

Aconselhe-se na Quinta dos Penedinhos e venha conhecer os nossos coelhos bravos.

Cão de raça pointer é indicado para a caça da perdiz

O cão da raça pointer é um dos mais indicados para a caça da perdiz de forma segura. Porquê? Porque se trata de um animal que tem uma enorme facilidade de movimentos. É uma espécie que é criada para caçar em conjunto com o Homem.

pointer é de origem inglesa e é muito usado para caçar perdizes, devido à sua corrida rápida, porte atlético, elegante e capaz de percorrer longas distâncias. É um bom aliado desta atividade, pois as suas características permitem-lhe dar-se muito bem em campos abertos, bem como detetar as emanações da perdiz, parando de forma brusca sempre que o seu faro deteta a presa. Para encontrar perdizes de qualidade para o seu pointer venha conhecer as espécies de caça da Quinta dos Penedinhos.

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Características do Pointer

Enquanto caçador de longo alcance, o cão de raça pointer tem capacidade e energia para correr durante horas. É extremamente focado na procura de pássaros, por isso quem faz criação deste cão sabe que ele tem necessidade de fazer muito exercício físico e que se distrai facilmente com outras atividades que não a caça.

Para estar em boa forma para caçar perdizes, o pointer precisa de, no mínimo, uma hora diária de exercício físico, preferencialmente corrida em florestas ou grandes áreas. É um cão que está habituado a companhia e, portanto, gosta de estar junto da família.

pointer, à semelhança da maioria dos cães de caça, é de pequeno porte. Mede entre 55 a 66 centímetros e o seu peso varia entre os 20 e 30 quilos. Tem pelo curto, muito brilhante. Na Quinta dos Penedinhos encontra toda a informação necessária sobre a caça de perdizes e as vantagens de usar um pointer.

Perfil de caçador

Esta raça tem uma esperança média de vida de 12 a 15 anos. Acredita-se que o pointer deriva do cão espanhol “Braco de Punte”, que quando foi levado para Inglaterra, após vários cruzamentos, deu origem à raça que atualmente é procurada para caçar perdizes. Isto porque é bastante leve, flexível e rápido o suficiente para ir no encalço da presa. O seu faro extraordinário permite-lhe parar exatamente no sítio onde a perdiz está, indicando ao caçador a posição do animal.

Desta forma, o pointer é perfeito para caçar perdizes. Primeiro, por o peito profundo e a sua agilidade lhe permitirem correr longas distâncias. Segundo, porque ao porte atlético junta-se um nariz côncavo direcionado para cima, o que lhe facilita farejar os pássaros.

Se deseja caçar perdizes procure a Quinta dos Penedinhos que detém os melhores exemplares de perdizes para caçar com o seu cão pointer. Visite-nos em Quinta dos Penedinhos, s/n, Casal da Feiteira, Pedra Furada, 2715-614 Montelavar.